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BRASIL, Sudeste, UBATUBA, Mulher, de 20 a 25 anos, MSN: mariann_19br@msn.com
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Heavy Metal Universe


Traindo o Movimento...

O André Matos acabou de cair nos meus conceitos... na verdade, já era mesmo... olhem só essa notícia:
"Após se apresentar com o SHAMAN no último final de semana, o vocalista André Matos anunciou que vai desfilar na bateria da escola de Samba "Vai Vai", do grupo especial de São Paulo! Quem quiser conferir, basta ficar de olho na TV por volta de uma e meia da manhã da madrugada de domingo."
Eu não quero nem ver!!!!

Escrito por Misty às 15h09
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Avantasia

E para quem curtiu o projeto de Metal Ópera, Avantasia, do maravilhoso Tobias Sammet, vocalista do Edguy, dê uma entrada no blog da minha "best friend" Denise, que tem uma matéria bem legal lá... também é bom pra quem ainda não conhece o projeto, ter uma idéia do que seja. http://angellore.blig.ig.com.br



Escrito por Misty às 01h05
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EDGUY e LACRIMOSA no Brasil!

Mais duas grandes bandas internacionais deverão aportar por aqui em 2004. A primeira é o Lacrimosa, um dos mais conceituados grupos do chamado Gothic/Doom Metal, liderado por Tilo Wolff e Anne Nurmi. A dupla lançou recentemente o álbum “Echoes”, bastante elogiado pelo público e pela crítica especializada. O show  do Lacrimosa  ocorrerá no mês de Julho, ainda sem data nem local definidos. Já no mês seguinte (ou no mais tardar em Setembro), os alemães do Edguy voltam ao nosso país. Desta vez, Tobias Sammet e companhia divulgam “Hellfire Club”, o mais novo trabalho inédito, que deverá ser lançado nas próximas semanas. O local e as datas das apresentações também serão confirmadas em breve.


Escrito por Misty às 00h25
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Hinos ao Metal

Resolvi colocar algumas letras de músicas aqui também... mas estou escolhendo as músicas que reverenciam o metal, e vou colocando aos poucos as minhas preferidas. A de hoje é de uma banda de power metal, Steel Attack. É uma banda com umas pegadas bem rápidas, bem power mesmo. O batera manda muito bem, tem hora q não boto uma fé no q o cara tá fazendo. A única coisa q pega um pouco é q tem uns refrões bem grudentos, mas acho que os caras mandam muito bem, então é um som que vale a pena.
Essa música é do último CD deles, o Predator of the Empire.

Heavy Metal God

You better have an easy living to show them
So waste your time with peace and love
You better run if the evil is near you
He shows no mercy don´t show no fear

Heaven can wait, if the god is waiting for me
Heaven can wait, the heavy metal god will wait

Heavy Metal God the one and only
Heavy Metal God let me be
Heavy Metal God he will show me
Heavy Metal God set me free

You better face the reality
There is no god with wings of steel
A metal chorus symphony
Up in the sky makes it real

Heaven can wait, if the god is waiting for me
Heaven can wait, the heavy metal god will wait

Heavy Metal God the one and only
Heavy Metal God let me be
Heavy Metal God he will show me
Heavy Metal God set me free

A masquerade behind your face
We need a life and we wane be free
They crucified the evil him self
The metal god will be free

Heaven can wait, if the god is waiting for me
Heaven can wait, the heavy metal god will wait



Escrito por Misty às 00h39
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Kiske

Michael Kiske na minha opinião é o melhor vocalista de todos os tempos.  No Helloween gravou os maiores clássicos do estilo e após diversas brigas saiu da banda e se aventurou em carreira solo. Nesse período gravou trabalhos mais comerciais e se distanciou um pouco da mídia. Recentemente participou do projeto do vocalista do Edguy Tobias Sammet. Neste álbum, chamado Avantasia, Kiske cantou em algumas músicas e logo todos se empolgaram e viram que ainda é o melhor. Ele está para lançar um novo álbum solo e pretende sair em turnê mundial este ano.

 

 

Kiske é meu vocalista favorito, apesar de não estar mais fazendo o tipo de música q curto. Agora em fevereiro vai sair mais uma ópera metal, o Aina, onde há a participação dele também... estou ansiosa pra comprar. Em uma entrevista, Kiske afirma q os melhores momentos dele como músico, foram no Helloween... grande época, veja com suas próprias palavras:

Kiske: Os três primeiros anos no Helloween foram os melhores, foi genial ! Muito divertido, uns dos melhores de toda a minha vida, por isso fiquei tão triste quando tudo "acabou ", mas são coisas da vida nada podemos fazer. Eu acredito que quando Kai Hansen se foi tudo se acabou, seguíamos sendo bons músicos e bons compositores, mas o " espírito " que havia pouco a pouco se converteu em um pesadelo. Também me recordo dos shows da última turnê com Kai na Escócia, me diverti muito, mas depois nada foi igual . . . nada foi como antes. . . alguns shows na América em 87 também foram geniais. Grandes recordações !

 

Kiske também se defende sobre o que foi dito quando ele saiu do Helloween, que Chameleon foi totalmente influenciado por ele, ou seja, que ele q dava as idéias POPs da banda. Olhem a resposta:

Kiske: Não houve influência minha em nada, inclusive, ao que me consta, eu fiz quatro canções, tantas como Roland e Weikath. A banda tinha diferenças musicais. Isto foi só coisa de Michael Weikath, seu ego e suas intrigas, essa é a verdade e Deus sabe. Tudo isso e também que eu estava tentando converter a banda para o mundo pop é uma grande mentira. Eu sempre fiz e farei minha música e eu disse isso desde o meu primeiro dia na banda. Nunca forcei Weikath com uma arma em sua cabeça a escrever Windmill, ou algo parecido. Ele dizia algo assim: Temos que achar o Michael Kiske pois queremos voltar ao verdadeiro metal... e a verdade era que ele queria voltar por questões econômicas. Isto é o que dizia Weikath para enganar os fãs. Quando alguém sempre conta mentiras ao final acaba por acreditar nelas. Não deve ser assim, devemos construir um verdadeiro "Braveheart", que luta por sua vida, ideais, honestidade, liberdade, pelo amor e pelo verdadeiro Deus! Não percam suas almas , isso é o que realmente importa.

 

Ele também fala muito bem do Brasil. Olha sua resposta sobre sua tour com o CD de sua nova banda, Supared, passar por aqui:

Kiske: Eu adoraria, especialmente no seu país! Quero dizer, sei que na América do Sul, o Brasil é onde o rock encontra-se especialmente vivo. É quase religioso, e isso é muito excitante. Vejo uma beleza muito grande quando as pessoas são apaixonadas dessa maneira. Isso é ótimo.



Escrito por Misty às 00h51
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Krusader

Desde que ouvi o projeto brasileiro de metal ópera, o Hamlet, fiquei impressionada com o desempenho de uma banda que nunca tinha ouvido falar: Krusader. Procurei sobre a banda na internet, CDs pra comprar, e nada... agora, finalmente, sem nem procurar, dou de cara com uma notícia da banda... e boa notícia por sinal:

Após um longo período em silêncio, a banda Krusader finalmente inaugura seu site oficial e disponibiliza três faixas totalmente inéditas para download.
Desde que marcou sua bem sucedida participação no visionário "Projeto Hamlet", em 2001, a banda entrou num intenso processo de composição e gravação, ao lado do requisitado produtor Paulo Anhaia (Wizards/Monster), e neste momento encontra-se em fase de produção e mixagem do EP de estréia intitulado "Angus", e do álbum "The First Crusade", previstos respectivamente para o primeiro e segundo semestre de 2004.
As três músicas inéditas, que estão disponíveis no link
www.krusader.net trazem uma grande diversidade de influências e estilos e muita personalidade, sem abrir mão do peso do Heavy Metal e dos seus característicos coros eruditos e influências clássicas, que agora estão ainda mais evidenciadas e homogêneas.



Escrito por Misty às 00h43
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The Best... Forever!!!

Hoje eu vou falar do melhor show que eu fui na vida... nada mais, nada menos do que Iron Maiden!!! Rolou neste ano, dia 17 de janeiro, no Pacaembú/SP. Foi muito bom, uma produção incrível, músicas novas, muito bem executadas. Queria muito ter levado minha grande amiga, a Denise, junto comigo, até atormentei ela, mas nem deu pra ela ir... Mas no próximo estamos aê, Iron é nossa banda, foi a primeira banda que conhecemos e a banda que amamos. Dê, esse vc não tava, mas o próximo é nosso!!!

O show em Sampa deixou 45000 fanáticos, vestidos de preto felizes da vida. Foram 16 músicas, com um repertório baseado no novo album, Dance of death.

Começou com "Widest Dreams", "Wrathchild", e ao final de "Can I Play With Madness", Bruce interrompeu o show: "Parem de empurrar, pois não quero ver nenhum fan do Iron no cemitério," disse o vocalista, que teve seu pedido aceito imediatamente. Não acreditei nessa hora, eu estava quase morrendo esmagada, já pensava que, pelo menos, iria morrer feliz... e muito feliz!!! Mas deu certo, realmente suavizou o clima de sufoco em que me encontrava... Bruce sabia muito bem que tinha em sua frente uma legião de fiéis que faria o que ele quisesse... então retornou ao espetáculo com "The Trooper" que levou todo mundo á loucura. Durante essa música lá estava o famoso pano de fundo com o Eddie empunhando a bandeira inglesa e casou-se perfeitamente à figura do próprio Bruce agitando a mesma bandeira, lá no topo do palco que tinha um monte de escadas para cima, para baixo, para os lados...

"Dance of Death", a faixa título do cd, foi executada com um Bruce vestido como a morte em pessoa fazendo uma bela coreografia. No final da música ele começou a girar como um louco no meio do palco... O cara mandou bem, não para um minuto, deu altos pulos e canta pra kct...

 

 

Depois rolou "Rainmaker", "Brave New Wolrd". Essa eu crti bastante, esse CD tb é muito bom. Na "Paschendale", foi montado rapidamente no palco um cenário de guerra, com trincheiras, soldados mortos e cercas de arame farpado... Bruce veio vestido de soldado, e passou toda a música se enfileirando entre as trincheiras montadas na parte superior.

 

 

Depois rolou a única da era Blaze (triste época), a "Lord of The Flies", seguida por "No More Lies".

A banda deixou para o final os sucessos antigos mais esperados como "Hallowed Be Thy Name," "Fear Of The Dark" (nessa eu sofri muito, pois abriu uma rodinha de porrada do meu lado e eu levei altas cotoveladas) e "Iron Maiden," quando finalmente o mascote Eddie apareceu atrás da bateria, todo vestido de preto e com uma foice, apontando para o público. Foi muito louco, aquele Eddie gigante... sempre fui louca pra ver isso ao vivo!!!

 

 

Pouco depois, o sexteto voltou para o bis. Bruce diz: "Eu prometo que enquanto o Iron Maiden existir, nós viremos tocar no Brasil. Prometemos que estaríamos aqui hoje e não cancelamos nossa turnê," disse o vocalista, referindo-se claramente aos shows que o Metallica cancelou no país. A platéia entendeu o recado e inesperadamente começou a gritar: "Metallica, vai tomar no cú" Então tocaram "Journeyman," "The Number Of The Beast," seu maior clássico, onde entra o Eddie dando rolê pelo palco, brinca com os caras, principalmente com o Gers e Dave e sai... então o show é encerrado com "Run to the Hills". Quem assistiu com certeza não se arrependeu, valeu cada centavo, e eu pagaria até o triplo por um show desses. Bruce prometeu que, enquanto o Iron estiver tocando, eles voltarão ao Brasil.... pode ter certeza que estarei esperando!!!



Escrito por Misty às 00h39
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Preparem o bolso... $$$

 A Top Link Music confirmou mais dois grandes shows no Brasil. O primeiro, da banda portuguesa de Gothic Metal Moonspell, ocorrerá no dia 22 de maio, no DirecTV Music Hall, em São Paulo (SP). Já a 14 de agosto, também será a vez do Therion voltar ao Brasil, tocando também no DirecTV Music Hall.

Escrito por Misty às 00h29
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Gamma Ray e Masterplan

29/11/2003 - Via Funchal/SP

Foi o último show q fui em 2003, mas apesar de terem sido apenas três shows (mas quatro bandas, afinal esse foi duplo), esse ano foi muito bom se eu for levar em consideração que em 2002 eu só fui no do Angra...

Esse Show do Gamma Ray foi para a divulgação do novo CD ao vivo da banda, “Skeletons in the Closet”. A proposta deste novo trabalho era reunir algumas músicas que o Gamma Ray raramente ou nunca tocava ao vivo e, desta forma, proporcionar aos fãs da banda que já haviam ido a diversos shows a oportunidade de escutar tais músicas.Mas para os shows noa Brasil, Kai Hansen e sua turma optaram por um set misto que incluía algumas dessas raridades, adicionadas aos eternos clássicos da banda. Segundo Hansen, em entrevista, essa mudança no set list foi por eles não terem passado por aqui em sua última tour.
A abertura do show ficou a cargo do Masterplan, banda do, também ex-guitarrista do Helloween, Roland Grapow e do ex baterista Uli Kusch. Mas o grande destaque do grupo é sem dúvida nenhuma o vocalista Jorn Lande. O cara manda muito bem, sem dúvida Grapow acertou em cheio na escolha.
O Set foi praticamente baseado no primeiro e único cd da banda até o momento. Abriram com “Spirit Never Die“ e seguem com “Enlighten Me“,“Crystal Night“,“Soulburn“,“Kind Hearted Light“ (o público agitou muito nessa). Depois deram uma parada com a balada “When Love Comes Close”.
A banda então anuncia um cover: “Man on The Silver Mountain“ do Rainbow, que ficou incrivelmente legal na voz de Jorn. O povo agitou bastante nessa... (pelo menos no lugar onde eu estava).
Voltam ao set do CD e tocam “Bleeding Heart“ e “Heroes“ (essa foi outra, q quase morri amassada, tamanha empolgação do povo...). Então Roland pega o microfone e pergunta se o público queria ouvir alguma coisa dos velhos tempos de Helloween, obviamente a resposta foi imediata e eles vêm com um medley incluindo “The Chance“ do Pink Bubbles e “The Departed (The Sun Is Going Down)“ do Dark Ride e entre essas, uma música do CD solo de Jorn, “Sunset Station”. Finalizam o show com “Crawling from Hell“ (que também teve uma boa reação do público).
Masterplan sai do palco depois de mostrar q os caras sabem o q querem, e sabem fazer muito bem.

 

                            

 

Uma espera, bem longa diga-se de passagem, e finalmente a introdução “Welcome” começa a ser tocada. As cortinas são levantadas e um belíssimo pano com a ilustração da capa do No World Order aparece: o Gamma Ray estava de volta aos palcos de São Paulo!
Abriram o show com “Gardens of the Sinner“ agitando muito a galera, e já emendam com um dos seus maiores clássicos “Rich & Famous” que não havia sido tocada nos dois shows anteriores em Curitiba e Ponta Grossa. (Os shows de Sampa sempre são os melhores mesmo... no Helloween, foi o único q teve a participação de André Matos).
O eterno Kai Hansen, uma das figuras mais importantes do Heavy Metal contemporâneo, comandava o espetáculo correndo de um lado para o outro, chamando o público e não parando um minuto sequer, sempre acompanhado do baixista (que já foi guitarrista também nos primeiros CDs do Gamma Ray) Dirk Schlachter. Já o guitarrista Henjo Richter e o Baterista Daniel Zimmerman têm uma postura mais contida, no entanto são músicos extremamente técnicos e competentes e complementam perfeitamente o fantástico instrumental do Gamma Ray.
Sem perder tempo, eles seguem tocando a “New World Order“ (do último trabalho de estúdio) que novamente desperta os fãs e completam com o clássico “Man on a Mission“ na sequência. Neste momento eles tinham o público nas mãos e aproveitaram tocando o hino “Heavy Metal Universe“ com todos cantando em uníssono o refrão. Aí acontece o momento mais divertido da noite: Kai divide o público em três partes onde cada uma das partes cantaria uma das palavras da música (Heavy / Metal / Universe). A resposta da galera foi brilhante e o momento não poderia ter sido melhor.
Os alemães seguem com “One With the World“ e aí vem o solo de bateria. Após o número de Dan, eles tocam “Heart of The Unicorn“ que levantou o astral novamente e apresentam o clássico dos clássicos: “Rebellion in Dreamland“ mais uma vez cantada em uníssono pelos presentes. Infelizmente eles optaram por cortar a bela parte final da música mas emendaram com outro clássico dos clássicos, “Land of the Free”, essa sim tocada inteira.
Em seguida vem a semi-balada “Rising Star / Shine On” do Somewhere out in Space e a banda sai do palco encerrando a primeira parte.
Para o primeiro Bis, Dirk entra sozinho, vai até o microfone e anuncia mais uma surpresa da noite: “Beyond the fuckin´ Black Hole“ (com participação especial do mascote Fang Face à la Eddie), outro clássico que não havia sido executada nas noites anteriores e que foi ovacionada por todos os presentes após uma introdução de baixo absolutamente fantástica. Por essa música ninguém esperava mesmo, eu fiquei muito bem louca quando começou. Já o mascote primo do Eddie era dispensável, ninguém deu a mínima pra ele...
Após este momento, Kai, alegando que tinha quebrado sua guitarra, a joga para o roadie e chama um convidado ao palco para tocar as próximas músicas: Roland Grapow. O público foi à loucura já prevendo o que viria pela frente. Kai ainda brincou dizendo que eles tinham se “divertido muito” na noite anterior. O Gamma Ray não decepcionou tocando dois dos maiores clássicos do Helloween e do Power Metal: “I Want Out“ e “Future World“ na íntegra. O público literalmente encobriu a voz de Kai Hansen deixando o próprio músico surpreso e visivelmente feliz; foi um daqueles momentos que valem o preço do ingresso, não importa o quanto você pagou. Pirei...

 

 

A banda sai do palco mais uma vez e quando volta tocam “Send Me a Sign” do PowerPlant para encerrar o show de Sampa em grande estilo.
Kai Hansen é simplesmente arrasador ao vivo, esbanja carisma e simpatia... serve pra deixar a gente esperando a próxima oportunidade...



Escrito por Misty às 00h28
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Megadeth na área!!!

Pra quem curte, aí vai uma ótima notícia: Megadeth está de volta!!!

Dave Mustaine revelou que vai começar a mixar o novo trabalho do MEGADETH em meados de março/ início de abril, e pretende lançá-lo por volta de junho ou julho deste ano ainda, através da gravadora Sanctuary Records.

Embora ainda não tenham sido divulgados maiores detalhes, os fãs já podem ter uma prévia deste novo trabalho, já que estão disponíveis no website oficial da banda, www.megadeth.com, trechos de uma nova música, além de uma mensagem em áudio de Dave Mustaine, que está trabalhando com o auxílio de Chris Poland, que atuou no grupo nos anos oitenta.



Escrito por Misty às 02h44
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Happy Happy Helloween!!!

Bom, continuando a seqüência de reviews de shows que prometi, veio o segundo show do ano (segundo porque não fui no Hammerfall... chuif, chuif). Mas esse com certeza foi o melhor de 2003, afinal, foi nada mais, nada menos do que Helloween!!!

 

 

Esse show foi no Via Funchal, dia 13/09/2003.

Mesmo com os termômetros marcando baixa temperatura na noite paulistana, os fãs da banda alemã, Helloween, estavam decididos a ver a nova cara do grupo criador do metal melódico. Com ingressos esgotados, com a casa cheia e ao coro de “Happy, happy Helloween”, foi anunciado a grande atração da noite. Andi Deris anunciou o clássico “Starlight” para o delírio dos fãs, cantando de forma impecável. Sem dar tempo para o público tomar fôlego, veio na seqüência outro clássico do primeiro disco; “Murderer”. Quem não tinha conhecimento do setlist, estava tendo muitas surpresas, mas a maior de todas veio na terceira música da apresentação: o maior clássico do Helloween, “Keeper Of The Seven Keys”, que não era executado ao vivo desde 1989, emocionou a todos que estavam no local (e emocionou mesmo, eu não acreditava que estava ouvindo aquela música ao vivo... delirei). Vieram mais dois clássicos da época de ouro do Helloween: “Future World” e o hit “Eagle Fly Free”. Um começo avassalador, que provou a competência e o entrosamento do novo Helloween.
Passado a primeira fase do show, dedicado exclusivamente à fase “Kai Hansen”, o playback começou a tocar a introdução de “Hey Lord!”. Nessa música houve uma pausa no meio, onde Andi ficava cantando o refrão junto ao público. Em seguida, outra surpresa da noite: a balada “Forever And One (Neverland)” que serviu para o público relaxar... mas mesmo assim, o refrão foi cantado com muita empolgação. Destaque também para a execução do belíssimo solo, que deixou muito marmanjo emocionado. Voltando a fase Keepers, Andi anunciou outro clássico obrigatório: “Dr. Stein”, que durante a execução dos solos, deu para perceber o entrosamento perfeito entre Sascha e Weike. “If I Could Fly” foi a segunda balada da noite... essa música funcionou muito bem ao vivo.
Então veio a primeira música do CD novo, Rabbit Don’t Come Easy, “Open Your Life”. Andi chamou ao palco André Matos, para uma participação especial em “Power”. Rolou a tradicional brincadeira do lado direito contra o lado esquerdo, só que desta vez André cuidava de um lado e Andi cuidava de outro. Foram 15 minutos de interação com o público que foi talvez o ápice da apresentação. “Back Against The Wall” foi a segunda faixa do novo disco a ser apresentada aos paulistas e manteve o nível da apresentação. “Sole Survivor” do disco “Master Of The Rings” foi a próxima. Mais um single foi tocado; desta vez “I Can” do “Better Than Raw”. Houve a tradicional troca de “I Can” por “We Can” no refrão.
Nos intervalos das músicas, Andi conversava com o público numa mistura de inglês com espanhol e jurou amor ao Brasil. Com direito a introdução caprichada de Stefan, “Where The Rain Grows” fechou a primeira parte da apresentação.
Mais uma vez ao coro de “Happy, happy Helloween”, subiram ao palco apenas Sascha e Stefan, os dois novos integrantes da banda. Sascha executou um solo muito interessante, até emenda-lo com a introdução de “Sun For The World”. Para a tristeza de todos presentes, a banda executou o começo de “How Many Tears”. Estava decretado o fim da apresentação... Com certeza o melhor show do Helloween no Brasil, e eu fui!!!!



Escrito por Misty às 02h32
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